O Xbox 360 continua correndo risco de ter suas vendas suspensas nos EUA.
Segundo a agência de notícias Reuters, a Microsoft recusou a proposta
de acordo da Motorola Mobility, que acusa a empresa de Bill Gates de
quebra de patentes.
De acordo com a reportagem, a Motorola, empresa do grupo Google Inc.,
quer que sejam pagos 2,25% sobre as vendas de cada Xbox 360 modelo S. A proposta foi recusada pela Microsoft sob a
alegação que as taxas exigidas estão acima do praticado pelo mercado.
"Enquanto nós agradecemos o esforço de resolução e boa fé, é difícil
aplicar este rótulo sobre uma exigência que cobra da Microsoft pagamento
de royalties ao Google bem acima das taxas de mercado, e que se recusa a
licenciar todas as patentes da Microsoft infringidas pela Motorola",
disse Horacio Gutierrez, vice-conselheiro geral da Microsoft, em
comunicado.
Briga judicial
Atualmente a Motorola - e todas as empresas que fabricam e distribuem smartphones com sistema operacional Android - infringem uma patente da Microsoft chamada ActiveSync, que faz sincronia entre programas de calendário e e-mail.
Já a Motorola exige compensação pelo uso de algumas de suas tecnologias sem fio e de vídeo utilizadas no Xbox 360 e no Windows 7.
Segundo a companhia de software, a Motorola ofereceu pagar à Microsoft US$ 0,33 por cada celular com Android que utiliza o ActiveSync, e por outro lado, cobra royalty de 2,25% sobre cada console e de US$ 0,50 por cópia do Windows 7 que utiliza suas patentes.
Em maio a Comissão Internacional do Comércio recomendou uma proibição de importação sobre dispositivos com Android e do Xbox 360 em território norte-americano caso o problema de patentes não seja resolvido.
Caso as empresas não entrem em acordo, a decisão sobre proibição da venda dos produtos seguirá para o presidente norte-americano Barak Obama no final de agosto. (fonte: Uol Jogos)
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sábado, 23 de junho de 2012
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Microsoft é processada por uso de moeda própria na Live
A Microsoft está enfrentando uma nova batalha judicial. Uma ação coletiva foi aberta no tribunal da Pensilvânia nos Estados Unidos, alegando que a empresa "coleta lucros por serviços e bens digitais não fornecidos" e que não há um meio de recuperar o dinheiro pelos pontos não utilizados.
O grupo, liderado por Samuel Lassoff, alega que o sistema de pontos da Microsoft é uma forma de enriquecimento ilegal.
Eles citam o fato de que é impossível, por exemplo, adquirir valores que não sejam múltiplos de 400 MS Points (esse é o menor valor possível para comprar os pontos) que, segundo a própria tabela de conversão, equivalem a US$ 5. Nesse caso, alguém que deseja comprar um conteúdo de 440 MS Points, necessita adquirir 800 MS Points.
Lassof diz em sua reclamação que a Microsoft não oferece uma forma de reembolso para esses créditos restantes, forçando o jogador a gastar com outros produtos. Segundo ele, a Microsoft não o avisou sobre esse detalhe, assim como a "centenas" de outros que ele acredita estarem na mesma situação.
Outra reclamação é a cobrança dos pontos com downloads parciais ou incompletos, o que é um descumprimento do contrato, em que a Microsoft concorda em cobrar pelos "itens e serviços completos, íntegros e verdadeiros". Por fim, Lassof e os demais acusam a companhia de negligência e práticas comerciais ilegais por conta de seu esquema de preços através de MS Points. Eles buscam compensações por danos na ação.
Moeda comum
Em entrevista ao G4TV, Aaron Greeberg, gerente de produto do Xbox, afirmou que a intenção nunca foi de confundir as pessoas. "Penso que as pessoas gostariam de ver em dólares", afirmou, mas apontou dificuldades técnicas; "Você tem que fazer isso [colocar o preço na moeda corrente] em todos os produtos e em todos os países e ainda tem que lidar com as flutuações das moedas".
A companhia passou a oferecer valores em moeda corrente na seção Games on Demand, que vende por download jogos para Xbox 360 anteriormente lançados em disco. E o plano é de estender isso para os outros serviços. (fonte: Uol Jogos)
O grupo, liderado por Samuel Lassoff, alega que o sistema de pontos da Microsoft é uma forma de enriquecimento ilegal.
Eles citam o fato de que é impossível, por exemplo, adquirir valores que não sejam múltiplos de 400 MS Points (esse é o menor valor possível para comprar os pontos) que, segundo a própria tabela de conversão, equivalem a US$ 5. Nesse caso, alguém que deseja comprar um conteúdo de 440 MS Points, necessita adquirir 800 MS Points.
Lassof diz em sua reclamação que a Microsoft não oferece uma forma de reembolso para esses créditos restantes, forçando o jogador a gastar com outros produtos. Segundo ele, a Microsoft não o avisou sobre esse detalhe, assim como a "centenas" de outros que ele acredita estarem na mesma situação.
Outra reclamação é a cobrança dos pontos com downloads parciais ou incompletos, o que é um descumprimento do contrato, em que a Microsoft concorda em cobrar pelos "itens e serviços completos, íntegros e verdadeiros". Por fim, Lassof e os demais acusam a companhia de negligência e práticas comerciais ilegais por conta de seu esquema de preços através de MS Points. Eles buscam compensações por danos na ação.
Moeda comum
Em entrevista ao G4TV, Aaron Greeberg, gerente de produto do Xbox, afirmou que a intenção nunca foi de confundir as pessoas. "Penso que as pessoas gostariam de ver em dólares", afirmou, mas apontou dificuldades técnicas; "Você tem que fazer isso [colocar o preço na moeda corrente] em todos os produtos e em todos os países e ainda tem que lidar com as flutuações das moedas".
A companhia passou a oferecer valores em moeda corrente na seção Games on Demand, que vende por download jogos para Xbox 360 anteriormente lançados em disco. E o plano é de estender isso para os outros serviços. (fonte: Uol Jogos)
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sexta-feira, 24 de julho de 2009
Microsoft obtém patente relacionada a modo cooperativo ininterrupto
Em 2 de dezembro de 2002, a Microsoft deu entrada em uma patente que foi concedida pelo órgão norte-americano responsável por marcas registradas na semana passada. A natureza da patente é a transição sem interrupções de uma partida em modo cooperativo de forma que os participantes extras possam entrar e sair da mesma sem a necessidade de interromper a ação. Segue abaixo uma tradução parcial do registro:
"Um videogame de tiro baseado em equipe que permite aos jogadores entrarem e saírem das partidas dinamicamente, enquanto o jogo continua em progresso, sem os jogadores precisarem salvar e reiniciá-lo. Quando um novo jogador entra em um jogo em andamento, um novo membro da equipe é alocado ao novo jogador e a tela é dividida para apresentar um painel de visão para o novo jogador que mostra cenas da perspectiva do novo membro da equipe. Quando um jogador existente abandona o jogo, a tela é reunida de forma que o painel do jogador em saída é removido, e aquele membro da equipe se torna parte da equipe controlada pelo(s) jogador(es) restante(s)".
A patente remete muito ao que acontece no modo cooperativo de Gears of War 2 - e vale notar que uma das ilustrações do registro original remete bastante a Brute Force, jogo de ação da extinta Digital Anvil para o Xbox original lançado em 2003. (fonte: Final Boss)
"Um videogame de tiro baseado em equipe que permite aos jogadores entrarem e saírem das partidas dinamicamente, enquanto o jogo continua em progresso, sem os jogadores precisarem salvar e reiniciá-lo. Quando um novo jogador entra em um jogo em andamento, um novo membro da equipe é alocado ao novo jogador e a tela é dividida para apresentar um painel de visão para o novo jogador que mostra cenas da perspectiva do novo membro da equipe. Quando um jogador existente abandona o jogo, a tela é reunida de forma que o painel do jogador em saída é removido, e aquele membro da equipe se torna parte da equipe controlada pelo(s) jogador(es) restante(s)".
A patente remete muito ao que acontece no modo cooperativo de Gears of War 2 - e vale notar que uma das ilustrações do registro original remete bastante a Brute Force, jogo de ação da extinta Digital Anvil para o Xbox original lançado em 2003. (fonte: Final Boss)
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domingo, 8 de junho de 2008
Microsoft vence julgamento de patente ligada ao Xbox 360
Um júri decidiu em favor da Microsoft em sua última rodada de processos com a Alcatel-Lucent SA, concluindo que o seu Xbox 360 não viola uma patente de 1993 para protocolo de codificação de vídeo.
Embora o júri tenha decidido em favor de Microsoft na ação da Alcatel-Lucent que pedia US$419 milhões em danos, também disse que a firma de Paris não viola quatro das patentes da Microsoft. A empresa de Bill Gates buscava uma compensação de US$11.5 milhões por danos.
De acordo com a rede de notícias Bloomberg, o julgamento mais recente foi o terceiro de cinco entre duas companhias, ambas se acusando mutuamente de infrações de patentes. No ano passado, um júri decidiu que o Windows Media Player da Microsoft infrigiu uma patente da Alcatel-Lucent para o padrão MP3 de áudio digital, obrigando a Microsoft a pagar US$1.52 bilhão em danos. A Microsoft recorreu da decisão.
Durante o segundo julgamento por infração de patentes entre as duas firmas em abril, um juiz federal de San Diego sentenciou a Microsoft a pagar US$368 milhões a Alcatel-Lucent depois de concluir que ela infringiu duas patentes da companhia francesa relacionadas a preenchimento de formulário via touch-screens e uso de uma caneta tipo stylus. (Texto: Final Boss)
Embora o júri tenha decidido em favor de Microsoft na ação da Alcatel-Lucent que pedia US$419 milhões em danos, também disse que a firma de Paris não viola quatro das patentes da Microsoft. A empresa de Bill Gates buscava uma compensação de US$11.5 milhões por danos.
De acordo com a rede de notícias Bloomberg, o julgamento mais recente foi o terceiro de cinco entre duas companhias, ambas se acusando mutuamente de infrações de patentes. No ano passado, um júri decidiu que o Windows Media Player da Microsoft infrigiu uma patente da Alcatel-Lucent para o padrão MP3 de áudio digital, obrigando a Microsoft a pagar US$1.52 bilhão em danos. A Microsoft recorreu da decisão.
Durante o segundo julgamento por infração de patentes entre as duas firmas em abril, um juiz federal de San Diego sentenciou a Microsoft a pagar US$368 milhões a Alcatel-Lucent depois de concluir que ela infringiu duas patentes da companhia francesa relacionadas a preenchimento de formulário via touch-screens e uso de uma caneta tipo stylus. (Texto: Final Boss)
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